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Vozativa Brasil
Vozativa on March 17th, 2012

Venho, através desta mensagem, comunicar a todos que não estou mais à frente do Projeto HOSPUB.

Retornei à liderança do Projeto HOSPUB em 26 de outubro de 2007 quando encontrei um sistema sem investimentos (por cerca de oito anos) e com uma equipe composta por dois analistas de sistemas e um estagiário, para dar conta de mais de dois mil programas.

Com apenas funcionalidades de administração hospitalar, o sistema necessitava evoluir para uma nova filosofia onde funcionasse via internet. O HOSPUB precisava de instrumentos que pudessem facilitar o trabalho dos profissionais de saúde nas suas relações assistenciais e dar o direito do cidadão usuário do SUS de ter o seu prontuário, denominado Registro Eletrônico do Paciente, utilizando o Cartão Nacional de Saúde. Também era necessária a criação de uma ferramenta que permitisse que os gestores de redes hospitalares pudessem dispor de salas de situação para analisar indicadores e traçar políticas.

Comecei reconstituindo a equipe do HOSPUB. Aumentei a equipe de desenvolvimento do software e também reconstituí a equipe de suporte operacional, importantíssima para a implantação e para o suporte aos usuários do HOSPUB.

Conseguimos estabelecer metodologias que harmonizaram os processos de trabalho das duas equipes. Sabemos cada centavo que gastamos a cada ano, assim como conseguimos fazer planejamentos semestrais e anuais com tempo suficiente para que a direção do DATASUS se preparasse para executá-los. Estávamos perdendo clientes. Mas conseguimos reverter este quadro. De cento e oitenta estabelecimentos com HOSPUB pulamos para duzentos e sessenta em três anos.

Ao longo destes quase cinco anos obtivemos resultados que nos deixam muito orgulhosos. Depuramos o HOSPUB, acertando mais de duzentos problemas que foram se acumulando ao longo dos oito anos sem investimentos. Criamos o VISUAL HOSPUB, nome dado ao módulo evoluído do HOSPUB, onde criamos o registro eletrônico do paciente e as facilidades que o ambiente web permite, assim como as facilidades de geração de gráficos que propiciassem a utilização de um sistema com relatórios, mas criando as condições para utilizá-los sem a necessidade de utilização de papel. Desenvolvemos uma ferramenta de gestão que permite a visualização em tempo real, via internet, das informações de redes hospitalares.

Quero agradecer a todos que ajudaram a construir esta solução de administração e gestão hospitalar que agora também dispõe de ferramentas para atender a parte assistencial; aos parceiros e desenvolvedores que criaram soluções para o HOSPUB; aos clientes que apontaram os erros e nos sugeriram melhorias; e aos que foram sensíveis no entendimento de um Estado como provedor.

Admiro as minhas duas equipes (desenvolvimento e suporte operacional), pois só com as suas competências pudemos avançar tanto em tão pouco tempo. NÓS FOMOS UMA EQUIPE COMPETENTE, HUMANA E SOLIDÁRIA!

Agradeço à minha amada família por ter tido paciência com a minha ausência.

Os que me conhecem sabem que dedico a minha vida como servidor público na defesa de soluções públicas que visem os maiores benefícios com os menores custos possíveis.

O HOSPUB está com mais de vinte anos, amadurecido e modernizado.

Saio tranquilo, com a sensação do dever cumprido.

Obrigado!

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MENSAGENS RECEBIDAS

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Leon,

Quem conhece você e o seu trabalho, só tem uma coisa a dizer. Parabéns e muito obrigado. Parabéns pelo trabalho desenvolvido, pelos resultados alcançados, pelos benefícios que foram proporcionados aos diversos profissionais de saúde e aos usuários do SUS. E muito obrigado por tratar-nos (toda equipe) sempre com muito respeito, atenção e preocupação. Me sinto um ser humano com dignidade ao seu lado. Esta oportunidade de conviver e aprender com você foi um presente para minha vida.

Desejo saúde, paz e prosperidade, hoje e sempre.

Forte abraço.

Denis M B Faleiros

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Caríssimo Leon,

Foi com muita tristeza que recebemos aqui no NHACTI (Núcleo Hospital Alcides Carneiro de TI) de Petrópolis, a notícia de sua saída da liderança deste projeto de sistema público que pretende ser uma alternativa de gestão viável para hospitais da rede. Sabemos das dificuldades que você soube com tanta habilidade enfrentar. Temos a certeza de que você assumirá outra função a qual saberá engrandecer com o seu verdadeiro espírito do Serviço Público.

Um forte abraço,

Abilio, Roberta e Léo.

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Prezado Leon,

Desde que fui apresentado a voce ai mesmo no seu local de trabalho, pude observar seu grau de comprometimento com a coisa pública. Só nos resta dizer que Deus continue guiando seus caminhos e que tenhas bastante sucesso no novo desafio. O Hospub é um sistema que muito nos orgulha.Temos hoje intalado em praticamente todos os hospitais em Sergipe

Equipe de suporte de Sergipe.
Sebastiao Goes.
Hospub - Gil - Cadsus.

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Parabéns Leon.

Desejo sucesso no seu novo trabalho.
Jose Carlos

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Olá, Leon

Parabéns pelos projetos executados, todos nós aqui de São Paulo que fizemos o treinamento ai com vocês ficamos surpresos com sua saída, porem desejamos a você muita felicidade e sucesso na sua nova jornada.

Abraços,

Rafael Freitas.

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Leon,

Parabéns pelo belo trabalho e que você seja mais feliz!

Professor Doutor Edimilson Migowski - MD, PhD, MSc, MBA
Diretor do Instituto de Pediatria da UFRJ - IPPMG

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Oi Leon,

Está tudo bem com você? Espero continuar nossa amizade, que transcende o DATASUS. Depois de lhe conhecer melhor aprendi com você o que é um verdadeiro funcionário público, consciente de seus deveres e direitos. Fizeste um bom trabalho lá, pelo que eu soube.

Forte abraço,
Luiz Camillo O. Penna (Via BlackBerry®)

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Leon,

Sou o Renato do DATASUS/MG, componente da Equipe Nacional de Implantação do HOSPUB, apesar de não estar mais no quadro do DATASUS/MG, sei da sua competência e dedicação a respeito do HOSPUB, fico muito triste com esta notícia, pois o país acaba de perder um ser humano comprometido e dedicado como você. Pudemos acompanhar todas as evoluções do Sistema, deste a terceirização das implantações, onde as empresas selecionadas para realizar o nosso trabalho, apenas queimaram o Sistema, para poderem vender os seus, e muitas outras que com o apoio de grandes Diretores do DATASUS, puderam se enriquecer. Tivemos vários colegas de trabalho como a Liziene, o Erick, Ricardo Goes, Ana Neri, Beth Brito, que me ensinaram muito, e com este conhecimento, consegui resgatar vários hospitais.

Leon afinal só posso lhe desejar Boa Sorte, que você seja reconhecido neste novo caminho que irá percorrer.

Um grande abraço,

Renato Ernesto do Nascimento Filho

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Boa tarde!

Você é um exemplo de profissional Leon. Dedicado, sensato, lider e humano acima de tudo.
É um prazer fazer parte de seu ciclo de amizades e ter te conhecido.
O Projeto HOSPUB como um todo sentirá essa enorme perda.
Sua sensação de dever cumprido é fácil de entender e um fato constatado.
Parabéns por tudo que fez, não só como técnico mas principalmente como ser humano.

Um forte abraço.
Charles Vasconcelos

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Leon,

Obrigada por tudo.
Foi muito bom tê-lo conosco. Boa sorte e sucesso nas próximas investidas.

Maria do Carmo Sedicias
(maria.sedicias@smsdc.rio.rj.gov.br)

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É isso aí, Leon.

A vida é feita de conquistas e frustrações, o que importa é nossa dignidade e a consicência de que fizemos a coisa certa, em que acreditamos. A vida dá voltas, guenta firme essa fase, vá em frente, com força e fé em suas crenças e ideias, que novas janelas vão se abrir.

Beijo grande e parabéns pelo trabalho realizado.

Greice Cohn

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Leon,

Parabéns pelo trabalho e sucesso nas suas próximas empreitadas.

Saiba que o admiro muito pela sua inteligência, competência e dedicação.

Você, para mim, é uma referência de figura humana e profissionalismo.

Conte comigo sempre que precisar.

Grande abraço,
Sérgio Mariz de Oliveira

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Leon,

Recebi com muita tristeza a notícia de seu afastamento do projeto HOSPUB, pois todos sabemos do seu empenho e dedicação. Mas tenha certeza que você saberá enfrentar os outros desafios.

Obs.: Desde que o mundo é mundo que existem as injustiças.

Abraços,

Ricardo Cavalcante

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Prezado amigo,

Em nome da equipe da Unidade Regional do DATASUS/SC agradeço o seu incondicional apoio, parabenizo pelo sucesso do HOSPUB e desejo muito sucesso em sua nova etapa profissional.

Forte abraço!

Jorge Carlos Keller

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Leon,

Desejo toda a sorte do mundo pra você. Obrigado por todos esses anos de trabalho juntos. Profissional de tamanho conhecimento técnico, não ficará de fora de um grande projeto por muito tempo.

Um grande abraço.
Marcelo

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Leon,

Com sua saída do Projeto HOSPUB, o SUS perde o melhor e mais competente profissional que já esteve a frente desta solução de administração e gestão hospitalar e que, sem dúvida, o melhor dentre qualquer outro que venha ocupar esse lugar.

Te desejo muito sucesso em outras oportunidades que venha a abraçar e tenho certeza que você terá, pois só se constrói uma carreira de sucesso com muita competência e dedicação, qualidades que você tem de sobra.

Me sinto orgulhosa de ter feito parte da família HOSPUB e, principalmente, de ter tido você na coordenação deste processo.

Obrigada pela oportunidade de conviver com você, trabalhar com você e pela sua amizade!

Muita paz e um forte abraço.

Claudia Bessa

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Leon,

A família HOSPUB espalhada pelo Brasil recebe essa noticia com grande tristeza e decepção, sabendo da sua pessoa como colega e profissional que tanto contribuiu em suas atividades.

Parceiro sabe que nunca vai desanimar e onde for executar vai fazer muito sucesso, boa sorte e pode contar sempre conosco.

Boa sorte e sucesso da Equipe de Minas.

Paulo Geraldo de Oliveira/MG

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Leon,

E agora para onde vai o HOSPUB? Já fomos informados extraoficialmente, para não mais instalar, nem divulgar.

Ta vindo um novo sistema por ai. Infelizmente no Brasil a politica, é essa, o QUE FUNCIONA É DE GRAÇA, não vale a pena, investir. È MELHOR COMPRAR OUTRO, COM RIOS DE DINHEIRO.

Temos que lutar pelo manutenção do HOSPUB, os hospitais publicos e a população precisam ficar sabendo disso, assim como os Ministérios Publicos.

Parabéns, pelo avanço que o Hospub teve nesses anos.

Jorge F. Cardoso

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Leon,

Foi com muita tristeza que recebi essa notícia, pois voce sempre foi um lutador que encarna muito bem o espírito público, e principalmente os deveres que devem ser seguidos no trato da coisa pública.

Gostaria de agradecer pela generosidade de um grande amigo, que durante essa jornada em defesa dos objetivos, e das propostas que acreditamos ser as mais efetivas e eficázes para o projeto Hospub e para o Datasus, sempre o fez de forma leal e solidária.

Boa sorte e muita saúde e paz, e que possamos dizer até logo ou até breve.

Grande Abraço

Marcelo A. Magalhães

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Vozativa on January 5th, 2012

No dia 6 de dezembro aconteceu uma assembléia dos servidores do DATASUS-RJ que deliberou que não esperariam mais pela resposta de CGESP(Coordenação de Gestão de Pessoal) e da COLEP (Coordenação de Legislação de Pessoal). Os servidores deram um prazo para que até o dia 8 de dezembro devesse estar concluído o processo da Prescrição Quinquenal.

Foi enviado um email para Heloisa Marcolino (Coordenadora da CGESP) informando a decisão dos servidores de paralizarem caso não houvesse uma resposta positiva e rápida daquela coordenação.

No mesmo dia a servidora da CGESP Danielle Magalhães ligou informando que a COLEP havia encerrado o processo, reconhecendo que os servidores do DATASUS e aposentados têm direito ao passivo, e que foi aplicado indevidamente por aquela coordenação (CGESP) o conceito de prescrição quinquenal.

Agora somente ficam faltando os cálculos para posteriormente entrarem no módulo exercícios anteriores.

Contato com a Edna Rosa (21) 8133-2947 edna.silva@sindpdrj.org.br

Leia o parecer final do processo da prescrição quinquenal.

Despacho da Coordenação Geral de Gestão de Pessoas

Vozativa on December 7th, 2011

Por esses dias, os servidores do Datasus foram, surpreendentemente, informados sobre a carta aberta elaborada pela Abrasco, e entregue ao Ministro, em 05 de agosto, do corrente ano.

A carta incluída na Agenda Estratégica da Saúde, onde a Abrasco aponta seu compromisso com a saúde pública brasileira, alertando, e contribuindo para as dificuldades que comprometem e impedem as conquistas e a realização de novos progressos na saúde pública.

Como é do conhecimento de todos, há muito, no DATASUS, escrevo, tentando demonstrar aos colegas servidores, sobre a relevância de participarmos mais amiúde, no que tange ao SUS, sobretudo, na área de Informações.

Nós, enquanto servidores do DATASUS, devemos buscar a respeitabilidade dos nossos dirigentes, no que concerne investimentos em TI, em nossa Instituição, capacitação dos servidores, do DATASUS e política salarial digna da atividade que , ora desempenhamos, buscando, portanto, a visibilidade que o Órgão, por mérito, há muito já faz, e continuará fazendo.

Para tanto, além da publicação do documento da ABRASCO, segue artigos do DATASUS que corroboram todo o teor da CARTA ABERTA.

Carta da Abrasco

http://www.abrasco.org.br/UserFiles/File/ABRASCODIVULGA/2011/CartaAberta_TI_131111.pdf

Sugiro aos colegas a leitura dos artigos abaixo

Renovação: O Papel do Datasus.

http://www.saudecomdilma.com.br/index.php/2011/02/12/renovacao-o-papel-do-datasus/

Datasus sob os desígnios da globalização.

http://vozativabrasil.com.br/?p=1015

Um novo olhar para a Saúde: Datasus Informação e Tecnologia para o Brasil do Terceiro Milênio.

http://www.saudecomdilma.com.br/index.php/2011/08/26/um-novo-olhar-para-a-saude-datasus-informacao-e-tecnologia-para-o-brasil-do-terceiro-milenio/

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Vozativa on October 31st, 2011

Já fomos chamados de marajá
A palavra é disponibilidade
Demissão
Sem nenhuma reposição
Qual a nossa satisfação?
Presidente é inevitável
A palavra é impugnação.

A seguir o “Estado Mínimo”
É legítimo dizer?
Ao Estado nada
Ao Mercado tudo
Aposentado é vagabundo
Fui exilado
Anistiado
Sou mais um Fernando na vida
Mas me chamam de Pinóquio
- “Esqueçam tudo que escrevi”
Verdade
É assim que gosto de me senti.

Sou “Lulinha do Amor”
Eleito pelo povo brasileiro
É inédito dizer
Criei a mesa nacional de negociação
Porém mais conhecida como enrolação
A composição é sindicalista
A gestão é Bressiana.
Nada mudou. A divisão continua.
À Carreiras de estado tudo
Aos demais o resto
Não percam a esperança
Mantenham a perseverança
Este governo é democrático
Entretanto
Aquém de ser meritocrático.

Chamo-me Dilma Roussef
Presidenta do Brasil
A posse
Sou favorável a meritocracia
Oferecemos carreiras transversais
Um fiasco, um engodo
O governo nos enganou
É de praxe
A obliquidade
Prevaleceu
É a crise
Sempre a crise
O Governo encerrou a equidade.

Vinte oito de outubro
Dia do servidor
O que temos para comemorar
Neste cenário de horror?
A quém interessar possa
Aqui jaz uma categoria
Qual categoria?
A NOSSA!!!
Tim. Tim.

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Vozativa on October 11th, 2011

A diretoria do Sindpd-RJ participou, representada pelos diretores Edna Rosa e André Pimentel, no dia 5 de outubro, de reunião realizada na Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa do Ministério da Saúde (SGEP), quando foram tratados os assuntos que mais têm mobilizado os trabalhadores, tais como o Plano de Carreiras e a Gratificação Específica, o fim das terceirizações, a realização de concurso público e a Prescrição Quinquenal.

Plano de Carreiras e a Gratificação Específica

Segundo os representantes do Ministério da Saúde não será viável, neste momento, a criação de um Plano de Carreiras ou a migração dos servidores do Datasus para  qualquer  outro Plano de Carreiras.  A criação de uma Gratificação Específica é possível e será apoiada pela SGEP, que solicitou que  a Condsef  leve o assunto para debate na Mesa da Saúde.

Fim das Terceirizações

Os representantes dos trabalhadores (Condsef, Sindpd-RJ e Sintrasef) cobraram do diretor  o fim das terceirizações, a realização de concurso público, a não abertura de nova licitação para contratação de terceirizados  e a não renovação do contrato com a CTIS . O diretor do Datasus afirmou mais uma vez que somente contrata Sistemas e não pessoas e que manterá apenas os terceirizados necessários para auxiliar no funcionamento do departamento e  que já foi pedido  um concurso publico para o DATASUS a secretária executiva do MS Marcia Amaral.

Realização de Seminário

Foi solicitado, mais uma vez, um seminário para o Datasus, quando a  Bete Matheus da SGEP alegou que só será possivel para o ano que vem. Ela pediu para a Condsef colocar este pleito para o debate  na Mesa da Saúde. Foi sugerido pelos sindicatos  que fosse aberto um espaço para o Datasus na 14ª Conferencia Nacional de Saúde. A representante da SGEP Bete Matheus aceitou a proposta e combinou de conversar com os organizadores.

Nesta sexta feira dia 7/10 a responsável pelo evento no MPOG, Marylene Rocha, confirmou o espaço para o Datasus, e estará agendando uma reunião na semana do dia 24/10 com todos os interessados.

Prescrição Quinquenal

As representações sindicais pediram o apoio da representante da SGEP, Bete Matheus, para apoiar o processo da Prescrição Quinquenal que se encontra na CGESP(Coordenação de Gestão de Pessoas), para conclusão. A representante desta Coordenação Sara informou que não estava suficientemente  segura para deliberar sobre o assunto e combinamos de fazer uma reunião na semana do dia 17/10 com a CONDSEF, Sindicatos, a Coordenadora da CGESP e o Rafael Agnelo

Participaram da reunião os sindicalistas Edna Rosa e André Pimentel (Sindpd-RJ), a Coordenadora de Núcleo de Base do SINTRASEF Marluce Silva, Bete Matheus, assessora do secretário Odorico Monteiro da SGEP, Sara da CGESP e o Diretor  do Datasus Augusto Gadelha.

Reunião sobre a prescrição quinquenal

DIA 25/10 HAVERÁ UMA REUNIÃO NA CGESP/ MS PARA TRATARMOS DO PROCESSO DA PRESCRIÇÃO QUINQUENAL, COM AS PRESENÇAS DA COORDENADORA DA CGESP HELOISA MARCOLINO, RAFAEL AGNELO COMO CONSULTOR , DO DIRETOR DA CONDSEF SÉRGIO RONALDO, ANDRÉ PIMENTEL, FRANCISCO SAMPAIO, SILVIO ABDALA E EDNA ROSA.

Contato com a Edna Rosa (21) 8133-2947 edna.silva@sindpdrj.org.br

Oficio 196 de 28092011

Em 2011, não cabe mais apenas debater o perfil e o papel institucional do DATASUS.

Acreditamos na ação e na atitude científica que pauta os nossos métodos e programas de trabalho.

E o que determina a importância do nosso trabalho e de nossa instituição é a abrangência deste, sua eficiência e repercussão.

Repercussão midiática forte e capaz de gerar uma moeda de troca para negociar com o governo os salários e as condições de trabalho que necessitamos para o desempenho de nossa atividades.

É provável que ao Governo caiba dar a visibilidade publicitária aos setores que lhe rendam mais votos ou benefícios políticos.

Desta forma, a nossa maior necessidade é dar conhecimento a sociedade do papel do DATASUS a fim de que na queda de braço com o Governo, sejamos considerados uma instituição forte, necessária e de interesse governamental.

Deste modo, com um arsenal de primeiro mundo no campo da tecnologia da informação, seguimos metas transparentes de uma gestão comprometida com a verdade científica e com a necessidade geopolítica brasileira.

Assim, para que haja uma unidade institucional, priorizamos alavancar estratégias nas áreas de comunicação institucional e marketing público que valorizem a fisionomia e as ações do DATASUS.

Computando valor de mercado internacional de produtos nesta área, deliberamos por criar notícias diárias sobre os acontecimentos e culminâncias que envolvam nossa ação direta.

É valiosa a responsabilidade da instituição e para que a sociedade tome conhecimento , o caminho é a PUBLICIDADE INSTITUCIONAL.

Por trás da marca ou chancela DATASUS, existe uma força trabalhadora especializada nas diferentes linguagens de programação, banco de dados, web designer, dentre outras e demais tecnologias de Informação, como: Data warehouse, data mining, geoprocessamento, SOA, business intelligence , porém é imprescindível a participação do Estado em investimentos, destes recursos tecnológicos, como também de recursos humanos, no que tange contratação (concurso público) , capacitação , qualificação, etc, coletivamente. Assim, visamos elencar as áreas de atuação do DATASUS no que diz respeito aos diferentes aspectos da saúde no Brasil.

Muito embora ao Governo compete dar visibilidade aos setores que são de sua competência. Apostamos na auto-sustentação da Instituição no que se refere a gerir informações e publicidade institucionais.

Tomamos por compromisso, criar e divulgar o cartão SUS, o prontuário eletrônico, as diversas pesquisas em geo-saúde, visando dar um suporte técnico e político mais apropriado e legítimo.

Nossa intensão é investir na imagem da Instituição para elevar a nossa capacidade de negociar melhorias em todos os aspectos para os trabalhadores da casa, elevando assim nosso compromisso com a qualidade e com a excelência tanto do material humano e profissional quanto da informação gerada no trabalho desempenhado pela Instituição.

Podemos garantir que cada servidor esta imbuído do espirito público necessário para os propósitos democráticos do atual governo.

Ressaltamos que a nossa missão é promover a Instituição em todos os setores da sociedade, tornando-nos sinônimo de competência e conhecimento na área de Saúde Pública.

Com a finalidade de dar mais visibilidade as ações desenvolvidas pelo DATASUS, é fundamental a participação da Instituição DATASUS, em seu coletivo, na Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais, que acontecerá, no Rio de Janeiro-Brasil, em 19-21 de outubro do corrente ano, na qualidade de gestor de tecnologia de informação, até porque, é sua atribuição , como detentor das informações, que ora serão debatidas, desde a década de 70-80, com a utilização da ferramenta SÍNTESE - Sistema Nacional de Tratamento de Séries Históricas, quando ainda pertencia ao quadro da DATAPREV.

Propomos que nossos programas sejam expostos, paralelamente, através de um painel com exposições de gráficos, dentre outras modalidades, que demonstram nossa capacidade, na qualidade, de manter, administrar, e gerenciar o mercado de informações, com o comprometimento exigido constitucionalmente, na área de saúde pública.

É fundamental a participação de todos, e esperamos contar com ela.
O que depende de nós para ser feito, também depende para não ser feito.

Aristóteles.

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Vozativa on May 21st, 2011

Jose Carlos

O DATASUS, após conhecer o inferno deve, aparentemente, alcançar o paraíso.
Aqui nossos agradecimentos ao ILMO Secretário ODORICO.
Entretanto convém ressaltar:
Sr. ODORICO !
O DATASUS clama:
Não esqueça de seu compromisso
Pois os servidores precisam disso
Atendendo sua solicitação
No que tange Cartão SUS, prontuário eletrônico, dentre outros
Rendemo-nos nossa compreensão à relevância
O DATASUS insiste, além disso:
Tratamento isonômico, já.
Respeito, Cidadania, Democracia.

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Vozativa on March 6th, 2011

Estamos saindo de uma das piores gestões que o DATASUS já teve ao longo dos seus vinte anos de existência. Temos muitas críticas, mas também devemos refletir sobre os nossos próprios erros que nos levaram apenas ao enfraquecimento e que criaram as condições objetivas e subjetivas para as invasões bárbaras que de vez em quando acontecem no DATASUS.

Vítimas do liberalismo

O DATASUS foi criado quando no governo Collor o INAMPS foi transferido do Ministério da Previdência para o da Saúde. Saímos da DATAPREV com uma mão na frente e outra atrás. Levamos para a nova instituição apenas uns velhos e obsoletos microcomputadores e um grupo de experientes desenvolvedores, com coragem no peito e promessas institucionais que não se concretizaram. Ao longo do tempo fomos perversamente lesados pelo próprio Ministério da Saúde que injustamente, mas com base legal para fundamentar, diminuiu a nossa remuneração. Mas nunca deixamos de produzir, mesmo lesados e sem a estrutura necessária para desenvolver sistemas. Superamos-nos e conseguimos criar soluções criativas e de baixo custo. Tornamos-nos pioneiros na utilização da microinformática, na utilização de sistemas operacionais Linux, na comunicação de dados através de disquetes (bem antes da Receita Federal), no desenvolvimento de soluções para atenção básica e especializada. Ou seja, fomos pioneiros no desenvolvimento de soluções de TI para a Saúde.

Mas acabamos vítimas do nosso próprio sucesso. Com o crescimento mundial da política neoliberal, o nicho de desenvolvimento de soluções de TI para a Saúde passou a integrar o cardápio de negócios que o Estado estava repassando para o mercado. Um verdadeiro “saúde-business”. O DATASUS experimentou sua primeira invasão bárbara. Foi no segundo mandato de FHC. O DATASUS iria se tornar uma agência reguladora, terceirizaria o desenvolvimento de sistemas e outras soluções para a iniciativa privada, diretamente ou através de contratos guarda-chuvas celebrados ente o DATASUS, universidades ou institutos que pudessem não se submeter à legislação de licitações. Tudo a título de maior agilidade. O DATASUS começou a declinar. Os projetos oriundos desta política fracassaram.

Mas ficou uma lição para aqueles que estavam interessados no “saúde-business”. É possível gastar, fracassar e não ser cobrado. O sucessor que se vire diante da Controladoria Geral da União. E se viraram, é verdade, pois se os relatórios da CGU passassem para o TCU a chance de serem aprovados seria grande. Bastava cair na mão de seus colegas que tivessem sido indicados pela sua bancada partidária ou pelo seu grupo. No TCU não há concurso, só indicações. Por isto grande parte é composta por ex-parlamentares. Por isto algumas vezes alguns políticos alardeiam que suas contas foram aprovadas pelo TCU, pois, é claro, foram aprovadas pelos seus amigos.

Vítimas de nós mesmos

Mas, no DATASUS, comentemos erros infantis em gestões onde os administradores fomos nós mesmos. Nestes momentos a transparência deveria ser um instrumento de proteção para nos municiarmos para próximas invasões bárbaras. Mas não o fizemos.

Chegamos ao ponto de utilizarmos métodos de extrema-direita só utilizados durante a ditadura militar. Vimos cenas onde um sindicalista quase foi agredido ao dar informes sobre o movimento de paralisação que outras entidades estavam encaminhando naquele momento. Atitude muito comum na época da repressão onde as forças paramilitares infiltravam pessoas para levar assembléias ao confronto físico. Não conseguindo lograr êxito com tais métodos vimos a Polícia Federal ser chamada para atuar durante uma pacífica e legítima greve. Mesmo durante as greves mais acirradas os servidores do DATASUS nunca deixaram de manter os serviços fundamentais para não afetar o cidadão usuário do SUS. Vimos contratados da CTIS serem empurrados como gado e obrigados a entrar no DATASUS, deixando de lado toda a dignidade que lhes é de direito. Sob o argumento do direito de ir e vir, o mesmo direito não lhes foi dado. Isto ocorreu em 02 de julho de 2007, o dia do luto.

O DATASUS mais uma vez se enfraqueceu. Faltou aos gestores da época, visão política democrática e administrativa. De nada adiantaram estas ações, a não ser a demonstração para a secretaria executiva de que havia mão-de-ferro no DATASUS capaz de dissolver movimentos sindicais indesejados. Nesta última invasão bárbara estes que foram os gestores de ações repressivas em nada se contrapuseram a uma política que visava cindir o DATASUS e desvincular as Regionais e o DATASUS do RJ do único DATASUS que se estava construindo, o DATASUS do DF.

Há uma frase que diz que só os gênios e os imbecis não mudam de opinião. Eu faço minha autocrítica também, pois no início me enganei, achando que esta última gestão estava vindo para superar as mazelas da nossa gestão antidemocrática e sem projeto político para o DATASUS. Mas ao reavaliar e entender que estávamos diante de mais uma invasão bárbara me contrapus publicamente utilizando todos os instrumentos que estavam à minha disposição, como o Sindicato dos Médicos do RJ, o Ministério Público e a imprensa.

Que o gato desça do telhado

Como gato escaldado, fiquei hesitante diante da nova gestão que agora começa. Algumas atitudes do secretário da SGEP, Odorico Monteiro, e do diretor do DATASUS, Augusto Gadelha, me levaram a baixar a guarda e tentar acreditar que esta poderia não ser mais uma invasão bárbara. Mas mesmo assim fiquei em dúvida, pois não havia recebido a sinalização, por exemplo, de que alguns projetos importantes receberiam os investimentos necessários. Também fiquei na dúvida se o gerenciamento destes projetos ficaria sob a gestão de servidores, o que garantria a continuidade do conhecimento na mão do Estado, ou se daríamos continuidade ao projeto de cisão do DATASUS e transferência definitiva dos gerenciamentos e desenvolvimentos para o DATASUS do DF. É importante ter sempre em mente que precisamos de pessoas cuja experiência na entidade seja suficiente para o sucesso das ações e a conclusão satisfatória dos projetos.

Participei da primeira reunião do secretário Odorico e do diretor Gadelha com o corpo gerencial. Concordo plenamente com a idéia de se acabar com esta tentativa de cisão oriunda da última invasão bárbara e reordenar a política interna, através da discussão administrativa democrática, assim como definir as demandas mais importantes e mais prioritárias, como, por exemplo, a implementação do uso do Cartão Nacional de Saúde.

Utilizar processos democráticos traz benefícios políticos que não são só os mais amplos, mas também restritos, pois, para o gestor, dividir responsabilidades torna mais leve e solidária a sua administração. O gestor pragmático sabe que a democracia administrativa também ajuda a gerar a solidariedade necessária para se passar em conjunto pelos bons e maus momentos. O DATASUS tem como a sua maior riqueza a experiência de quem construiu as primeiras soluções de TI para a Saúde e continua criativo. Isto tem um valor inestimável. Nem xenófobos nem preconceituosos devemos desfrutar também de outras experiências que tendam a somar para construção de soluções de TI para Saúde que sejam semelhantes ou diferenciadas, complementares e unificadas.

O CNS foi criado como mote para campanha eleitoral, na época em que o Serra seria candidato pela primeira vez a presidência da república. É um ótimo sinal este projeto estar sendo fomentado no início de um governo, pois fica evidente que o mesmo não trará benefícios eleitoreiros imediatos. Torna-se um programa de governo e uma responsabilidade do Estado.

O foco do desenvolvimento da Saúde deve ser a inserção dos excluídos. O mesmo foco que fez com que a nossa economia se fortalecesse e fossemos um dos últimos a entrar na última crise econômica mundial e um dos primeiros a sair.

Foi bom este primeiro contato com a nova gestão. Agora vamos da teoria à prática.

Leon Ayres

Vozativa on February 4th, 2011

Há alguns meses os servidores do DATASUS foram convidados para uma reunião, convocada pelo Ministério da Saúde no auditório da Rua México, no Rio de Janeiro, para que fosse apresentada a metodologia que será utilizada nas avaliações de desempenho regidas pelo Decreto número 7.133. Esta portaria tem o objetivo de avaliar o desempenho das instituições e os servidores.

Creio que a equipe do Ministério que veio fazer a apresentação ficou um pouco surpreendida com os questionamentos dos servidores. Mas ao longo da reunião as coisas foram se esclarecendo.

Avaliação institucional

Um método por si só não é capaz de garantir a execução de uma tarefa, de um projeto ou mesmo de representar uma realidade.

Segundo a portaria a avaliação será equivalente a 80 pontos para a avaliação institucional e 20 pontos para a avaliação individual. Um bom critério se você quiser subordinar o crescimento individual ao crescimento institucional. Devemos ser os carreadores dos objetivos institucionais. E foi exatamente aí onde a discussão foi mais aprofundada e não ficou resolvida. Aliás, a equipe que veio conversar com os servidores não tinha nenhuma prerrogativa para fazer qualquer encaminhamento sobre o assunto, mas nos ouviu com atenção e respeito. Valeu pelo menos pelo desabafo.

Mas é importante que levemos esta discussão a público para que possamos aprimorar o DATASUS, uma instituição que construímos com muito suor e dedicação.

Estamos encerrando a pior gestão da história do DATASUS. E olha que tivemos várias muito ruins também.

Um bom gestor pode elevar uma instituição ou levá-la ao declínio. Temos um caso histórico do brasileiro Carlos Ghosn, presidente ao mesmo tempo da Renault e da Nissan, que tirou as duas empresas da beira da falência e as elevou ao patamar das grandes empresas competitivas do setor automobilístico.

No caso do DATASUS a última gestão está representada pelo Luis Gustavo Loyola dos Santos. Sua administração foi marcada pela tentativa de esvaziamento do DATASUS do Rio de Janeiro e das nossas heróicas e abandonadas Regionais, pelo total desinteresse pelas soluções de tecnologia da informação (TI) desenvolvidas pelo DATASUS ao longo de quase vinte anos, e pela sua sede insaciável de adquirir softwares privados. Por isto gastou mais de seu tempo viajando para visitar fornecedores, no Brasil e no exterior, do que se reunindo com os servidores do DATASUS do Rio de Janeiro para fornecer os recursos necessários e solicitados para a natural continuidade evolutiva das soluções de TI existentes. O diretor conseguiu substituir o conceito SOLUÇÃO DE TI por DISSOLUÇÃO DE TI para a área pública.

Um destes fornecedores nacionais era a empresa Humano Tecnologia, onde seu amigo Rogério Sugai foi um dos sócios até pouco tempo atrás. Enquanto assessor da secretária executiva do Ministério da Saúde, Sugai encaminhou um projeto de aquisição de solução de TI para os hospitais federais no Rio de Janeiro (pregão 118/2009) sob a alegação de fornecer uma ferramenta de registro eletrônico do paciente integrado com o Cartão Nacional de Saúde. Só que o DATASUS já estava desenvolvendo esta mesma solução e Loyola nunca quis ver o que o DATASUS estava fazendo. No final desta história a sociedade se manifestou contra o projeto. A imprensa noticiou o fato como um escândalo, que para a imagem do DATASUS não foi bom. O Ministério Público agiu e o TCU determinou o cancelamento por irregularidades. Loyola foi multado em cerca de três mil reais, que em termos de punição é apenas um “ái, ái, ái”.

O DATASUS desenvolveu um Registro Eletrônico do Paciente integrado com o Cartão Nacional de Saúde, que está implantado e evoluindo. Neste caso a meta institucional não foi atingida, mas os servidores atingiram metas que não estavam descritas nos planejamentos da direção do DATASUS.

Como resolver este dilema na avaliação de desempenho?

Incompetência ou má intenção (o Haiti é aqui)

Há casos patéticos que podem parecer incompetência, mas alguns acham que era má intenção mesmo.

É o caso da renovação do contrato de telefonia. Era necessária a mudança de operadora para melhor adequar os custos neste setor. O DATASUS do Rio de Janeiro preparou todo o processo e entregou para o diretor em meados de 2010. No final do ano o diretor não havia encaminhado corretamente este processo e o DATASUS do Rio de Janeiro ficou sem poder realizar ligações. Clientes, parceiros, usuários ficaram sem o retorno de várias atividades de suporte, de planejamento e outros atos de ofício institucionais. Se foi por falta de habilidade, caracteriza-se por incompetência. Se foi intencional, seria crime de prevaricação.

Esta não é a única privação a que fomos submetidos. Elas aconteceram em todos os níveis. Chegamos ao ponto, por exemplo, de não termos tonner para as impressoras, de faltar café, de não termos como enviar documentos e outros instrumentos administrativos pelo fato da não renovação do contrato com a empresa que fazia o expediente dos malotes e também problemas com fornecimento de água.

Muitos acham que a intenção desta gestão seria destruir o DATASUS do Rio de Janeiro e as Regionais para afastar de vez a massa crítica que construiu a instituição e as soluções de TI.

Se a intenção era destruir o DATASUS, o “exterminador do futuro” não conseguiu completar sua missão. Mas também vale observar que o Haiti continua lá, mas daquele jeito, sob escombros de um terremoto que foi cruel àquele povo que já sofria pelas sucessivas “invasões bárbaras”.

Loyola não conseguiu destruir o DATASUS, mas foi um terremoto que deixou muitas riquezas sob os escombros. Agora teremos a tarefa de reconstruir administrativamente a instituição.

Mas pelos critérios da avaliação de desempenho o diretor sempre atinge os 100 pontos!

Esperamos que a presidenta Dilma, ao longo de sua gestão, modifique este critério para não cairmos na situação do caso Bresser Pereira.

Quando ele foi ministro pela primeira vez deixou o Brasil com um problemão. Tanto que houve uma enxurrada de processos na justiça contra o Plano Bresser. Inclusive ele entrou na justiça contra seu plano. Um prejuízo para o país. Alguns anos depois ele retorna como ministro.

O Brasil não merece casos Bresser. O DATASUS não merece casos Loyola.

Leon Ayres

Vozativa on September 29th, 2010

Saúde pública na privada do marco regulatório

Por ocasião da plenária do Conselho Nacional de Saúde, em 11/08/2010, onde estiveram presentes, à mesa, Dra Ilara, da Fiocruz, a secretária executiva do Ministério da Saúde, Marcia Bassit, e o Diretor do DATASUS, Dr. Luis Gustavo Loyola. Constatamos quem, efetivamente, está comprometido com soluções de TI para o setor público de saúde, SUS.

Cabe, aqui, destacar, e parabenizar a brilhante defesa que a Dra Ilara, da Fiocruz, apresentou sobre o nosso órgão, DATASUS, ressaltando sua importância estratégica na: Análise, fomento, desenvolvimento, manutenção, e implantação de sistemas, para o setor, saúde, no âmbito do Ministério, nos estados e municípios, assegurando aos gestores do SUS e de órgãos comuns acesso a serviços de informática, e base de dados, apoiando estados, municípios e o Distrito Federal, na informatização das atividades do SUS, como é de sua competência.

Ficou, claro, através, de sua exposição, a obrigatoriedade, de uma intensa discussão sobre ética, entre outras, no setor público, sobre a implementação de prontuário eletrônico, e/ou revitalização do cartão, bem como da adoção de padrões de TI.

Ficamos atônitos quando de seu pronunciamento sobre o custo efetuado em terceirizações, no valor de R$ 400 milhões de reais, contra uma ausência, senão deliberada, mas desrespeitosa de políticas de recursos humanos, para o DATASUS, que apontem, ou para um plano específico de carreira, ou para o pagamento de uma gratificação específica na área de TI, para servidores da saúde, valorizando-os, que exerçam atribuições nas carreiras afins de informática, como já acontece no MS/DENASUS.

Convém ressaltar que apesar de toda desqualificação, no que tange ao corpo funcional do Órgão, manifestada pelos gestores do Ministério da Saúde, presentes à mesa, durante suas exposições, os sistemas, de ontem e de hoje, em funcionamento na rede do SUS, não só, em âmbito federal, mas estadual e municipal, também, foram desenvolvidos pelo DATASUS, contrastando com os discursos dos respectivos gestores em suas desastrosas avaliações, não sendo cômicos, nem trágicos, mas, certamente, patéticos.

Pasmem companheiros do corpo funcional do DATASUS, que ao final de toda explanação, integralmente, durante as considerações finais, os gestores representantes do Ministério da Saúde, sem nenhuma autocrítica, corroboraram com toda a apresentação da Dra Ilara. Risível, pois o que antes era contraponto transformou-se em consenso.

Companheiros onde está o comprometimento conosco, servidores públicos, e com toda a sociedade civil organizada, sobretudo, com os movimentos sociais, em se tratando de políticas públicas de saúde, por parte dos atuais dirigentes?

Fomos aviltados naquilo que, creio eu, após nossa saúde, nossa família, ser o mais importante em nossas vidas: Nosso trabalho, nossa dignidade, o momento exige ações políticas equilibradas, discordo, por exemplo, quando uma corrente funcional sugere a entrega imediata dos cargos, ora isto seria perdermos o pouco espaço que ainda nos resta de podermos influir nessa teia política ardilosa.

Entretanto aponto para a necessidade de nós servidores, gerentes, coordenadores, do DATASUS, de nos fazermos presentes em toda colegiada em que haja discussão, e encaminhamentos sobre soluções de TI, para o SUS.

Exigir, também, prioritariamente, a presença de nossos representantes sindicais, e/ou de servidores de nossa indicação, nas assembléias sindicais promovidas em nosso Órgão, nas discussões colegiadas do governo, de controle social, etc, principalmente, aqueles que, porventura, já possuam acúmulo da discussão.

A propósito os servidores indicados a nos representar, em qualquer âmbito, devem pertencer, impreterivelmente, aos quadros do DATASUS, não devemos permitir que terceirizados, como o ressentido, e manipulável Chifão: - Chicão+Bufão-, faça uso de uma prerrogativa que é nossa de fato e de direito.

Com a proximidade das eleições para presidente da república, entre outros, é imprescindível, que busquemos o diálogo com o ministro designado pela (o) presidente eleita (o), visando, se possível, influir na indicação de um nome, de consenso, para direção de nosso órgão, considerando, sua relevância, para o Ministério da Saúde, e, evidentemente, para informatização do SUS, nas tres esferas de governo.

Carlo Costa (Zedotoko)

http://zedotoko.blogspot.com/

carloscosta1152@gmail.com

carloscosta@datasus.gov.br

Reflexão: O marco regulatório não deve prevalecer diante do sistema público de saúde.